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	<title>Ultimas Coisas &#187; Doutrinas Escatológicas</title>
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		<title>Tribulações e a Grande Tribulação</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2015 13:04:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>raquelgurgel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doutrinas Escatológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: right;">Por Eguinaldo Hélio de Souza</p> <p style="text-align: justify;"> <p style="text-align: justify;"> <p style="text-align: justify;"></p> <p style="text-align: justify;">&#8230;e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas, naquele tempo, livrar-se-á o teu povo, todo aquele que se achar escrito no livro. (Daniel 12.1)</p> <p style="text-align: justify;"> <p <p><a href="https://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/?p=399">[Continuar lendo...]</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Eguinaldo Hélio de Souza</em></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/wp-content/uploads/2015/11/biblia-Inspiration.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-400" title="biblia - Inspiration" src="http://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/wp-content/uploads/2015/11/biblia-Inspiration.jpg" alt="" width="304" height="247" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">&#8230;e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas, naquele tempo, livrar-se-á o teu povo, todo aquele que se achar escrito no livro. (Daniel 12.1)</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">“Defina seus termos”, dizia Voltaire antes de seus debates. Ele sabia que termos indefinidos e vagos dificultam o entendimento, pois muitas vezes duas pessoas usam o mesmo rótulo com conteúdos diferentes. Pensam estar falando da mesma coisa quando na verdade só estão fazendo isso aparentemente.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando dizemos acreditar que a Igreja de Jesus não passará pela Grande Tribulação muitos se levantam dizendo que ela precisa da tribulação para se purificar. Que no estado em que ela se encontra só a tribulação pode purificá-la. Que a perseguição foi predita por Jesus, e, portanto, devemos esperar tribulações. Isso significa que a Igreja deve passar pela Grande Tribulação.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensar deste modo é confundir os termos e não distinguir as situações. Precisamos entender a natureza das tribulações e a natureza daquilo que foi denominado “Grande Tribulação”.</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, nós vamos sofrer perseguições. Tanto individuais quanto coletivas. Por muitas tribulações nos importa entrar no Reino de Deus, disse o apóstolo Paulo (Atos 14.22). Quando os discípulos perguntaram a Jesus sobre os sinais que indicariam a sua vinda e fim do mundo, Ele lhes falou de perseguição (Mateus 24.9). Mesmo nas cartas do Apocalipse Jesus falou à igreja de Smirna que eles teriam uma perseguição de dez dias (Apocalipse 2.10).</p>
<p style="text-align: justify;">Quando olhamos para a história da Igreja não temos dúvida dessa realidade. A Igreja de Cristo tem sempre passado perseguições em lugares diferentes, em épocas diferentes, por motivos diferentes. Enquanto escrevo estas linhas, há cristãos perseguidos no mundo islâmico, bem como nos países que restaram do ordem comunista. Nesses lugares a Igreja sobrevive nos subterrâneos.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi assim nos três primeiros séculos da Igreja no Império Romano. Foi assim após a Reforma Protestante. Foi assim no século XX sob os governos comunistas. Tem sido assim ao longo da história.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, aquilo que denominamos “Grande Tribulação” é muito mais do que uma mera perseguição à Igreja. É um período distinto na história do mundo, um período de ira divina. Daniel o descreveu como “um tempo de angústia qual nunca houve” (Daniel 12.1). Jesus foi ainda mais enfático. Sua descrição foi “porque haverá, então, grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco haverá jamais” (Mateus 24.21). Logo, este momento histórico é inigualável. Jamais se repetirá. Mesmo porque, este período também é o derradeiro, pois logo depois desses dias se seguirá o retorno de Cristo (Mateus 24.29, 30).</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda por duas vezes no livro do Apocalipse nós temos referência a este período, como um período distinto. A primeira menção se encontra na carta à Filadélfia, onde o Senhor diz: “Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre todo o</p>
<p style="text-align: justify;">mundo, para provar os que habitam na terra” (Apocalipse 3.20). Vemos então que este período é um período de tribulação mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">E a última referência direta nós temos em Apocalipse 7.13, 14: “E um dos anciãos me falou, dizendo: Estes que estão vestidos de vestes brancas, quem são e de onde vieram? E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse-me: Estes são os que vieram de grande tribulação, lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro”.</p>
<p style="text-align: justify;">Todas essas passagens demonstram que falar da Grande Tribulação não é o mesmo que falar de tribulações. Houve e haverá sempre perseguições para a verdadeira Igreja de Jesus. Mais intensas e menos intensas. Mas a Grande Tribulação está dirigida a “todos os que habitam sobre toda a terra” (Apocalipse 3.10) e não se destina à Igreja apenas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta distinção é o primeiro ponto a se levar em conta se queremos compreender a natureza da Grande Tribulação.</p>
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		<title>Passado e Futuro</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Aug 2014 21:02:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>raquelgurgel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doutrinas Escatológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: right;">Por Eguinaldo Hélio de Souza</p> <p style="text-align: justify;"> </p> <p style="text-align: justify;">Contemplar o futuro que se delineia na perspectiva bíblica é de certo modo olhar para o passado. Para ser ainda mais exato, caminhar em direção ao futuro prometido por Deus equivale a desejar aquele passado que foi corrompido pelas quedas, angélica e <p><a href="https://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/?p=377">[Continuar lendo...]</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Eguinaldo Hélio de Souza</em></p>
<p style="text-align: justify;"> <a href="http://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/wp-content/uploads/2014/08/images-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-378" title="images (1)" src="http://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/wp-content/uploads/2014/08/images-1.jpg" alt="" width="225" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Contemplar o futuro que se delineia na perspectiva bíblica é de certo modo olhar para o passado. Para ser ainda mais exato, caminhar em direção ao futuro prometido por Deus equivale a desejar aquele passado que foi corrompido pelas quedas, angélica e humana. O futuro será tão glorioso como já foi um dia, mas essa glória torna-se ainda mais perceptível quando contrastada com nosso atual estado de coisas. Pecado, corrupção, mal e morte entraram no Universo, tornando-o algo bem diferente do “muito bom” (Gênesis 1.31) criado por Deus. Por isso, o futuro será o que já foi um dia e o que sempre deveria ter sido.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é à toa que são grandes as semelhanças e contrastes entre o primeiro e o último livro das Escrituras. Enquanto um descreve como tudo era o outro descreve como voltará a ser. O futuro escatológico é a restauração do passado longínquo. É o banimento de todo o mal que penetrou na perfeita criação de Deus, distorcendo-a e fazendo do cosmo esse lugar enigmático, onde a grandeza, o maravilhoso, o sublime e o esplêndido convivem com a morte, a corrupção, o mal, o tenebroso e o absurdo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas no princípio não foi assim (Mateus 19.8), disse Jesus. A humanidade convive há tanto tempo com um estado de coisas decaído e corrupto que não consegue imaginar como poderia ser diferente. O mal está há tanto tempo conosco que terminamos por acreditar que ele é um hóspede por direito e quando na verdade ele é um invasor indesejado. O que chamamos natural é em grande parte antinatural. O normal só é normal dentro desta nossa anormalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Achamos que a rebelião do homem contra Deus em pensamentos, palavras e obras é aceitável quando na verdade reflete uma condição de existência inconcebível. Deus é Senhor absoluto sobre tudo e o fato Dele ter criado seres livres não significa que a rebeldia é normal. A liberdade não foi dada aos seres para que dela se utilizassem para se rebelar. Foi dada para que reconhecessem Sua soberania e o obedecessem com amor e reverência. Normal é a submissão de todas as coisas ao Criador. Normal é toda língua no céu, na terra e embaixo da terra confessar que Jesus é o Senhor para a glória de Deus Pai (Filipenses 2.10,11), normal é Deus ser tudo em todos (1 Coríntios 15.28). O futuro será tão normal quanto o passado já foi um dia. O que vivemos hoje deixa-nos perplexos porque no fundo sabemos que não deveria ser assim.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo, caminhamos em direção a um futuro que na verdade é a restauração do passado. É a restauração de todas as coisas (Atos 3.21), de que falou o apóstolo Pedro. Pessoas que rejeitam a existência de um Deus bom por causa dos absurdos deste mundo precisam saber que concordamos com elas. Vivemos no absurdo e no inadmissível. E por isso abraçamos a redenção divina que já começou em Cristo e se tornará tangível no porvir.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando ansiamos por um novo céu e uma nova terra nos quais habita a justiça (2 Pedro 3.13) estamos reconhecendo que há algo errado com estes no qual vivemos. Reflete uma revolta contra o hoje e um reconhecimento que ele não deveria ser assim. Nosso olhar para o novo céu e para a nova terra demonstra nossa recusa para este atual céu e esta atual terra. Pois nos</p>
<p style="text-align: justify;">recusamos a aceitar que o Deus Todo Poderoso e Todo Sábio que foi capaz de criar este Universo o faria para ser desta forma. Nada é como deveria ser.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, acreditamos que o Criador também é o Redentor. E que Ele, através da morte e ressurreição de Cristo restabeleceu todas as coisas. E esta visão das coisas restauradas é que nos dão esperança. A Nova Criação começou no Cristo e ressurreto. E porque Ele ressuscitou então nós podemos ter esperança e podemos crer no futuro glorioso que nos aguarda.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, incontaminável e que se não pode murchar, guardada nos céus para vós que, mediante a fé, estais guardados na virtude de Deus, para a salvação já prestes para se revelar no último tempo. (1 Pedro 1.3-5)</p>
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		<title>Desajustes</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Aug 2014 20:58:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>raquelgurgel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doutrinas Escatológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: right;">Por Eguinaldo Hélio de Souza</p> <p style="text-align: justify;"> </p> <p style="text-align: justify;">Sem perceber, todo ser humano espera que o futuro corrija o presente. Isso se chama esperança. E, no entanto, essa esperança transmite a mensagem de que as coisas estão erradas, que não são como deveriam ser. Essa verdade bíblica é experimentada até <p><a href="https://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/?p=374">[Continuar lendo...]</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Eguinaldo Hélio de Souza</em></p>
<p style="text-align: justify;"> <a href="http://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/wp-content/uploads/2014/08/download-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-375" title="download (3)" src="http://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/wp-content/uploads/2014/08/download-3.jpg" alt="" width="256" height="191" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Sem perceber, todo ser humano espera que o futuro corrija o presente. Isso se chama esperança. E, no entanto, essa esperança transmite a mensagem de que as coisas estão erradas, que não são como deveriam ser. Essa verdade bíblica é experimentada até mesmo pelos que criticam as Escrituras, pelos ateus e pelos céticos. Porque as verdades da Bíblia são as verdades do Universo.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando perguntaram a Chesterton, célebre escritor britânico, o que havia de errado com o mundo, ele respondeu: “Eu”.</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, cada um de nós reflete o que há de errado no Universo. Mas não somos apenas nós que estamos errados. Os relacionamentos estão errados, a natureza apresenta seus absurdos, os governos humanos são corrompidos, e, segundo as Escrituras, até uma parte dos seres angélicos está em franca oposição ao seu Criador. Isso é o que podemos chamar de “desajuste”</p>
<p style="text-align: justify;">Nosso mundo é um mundo desajustado. O ideal e o real colidem constantemente. Essa inegável verdade obriga a todas as pessoas olharem para o futuro em busca de transformação. A vontade de mudar está situação levou à elaboração de muitas utopias que para realização de seus propósitos mataram e destruíram, tentando fazer chegar esse futuro. Tudo em vão, pois só Deus produzirá o futuro que porá fim a todo o desajuste.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde aquele fatídico dia no qual Deus disse: Homem, maldita é a terra por causa de ti (Gênesis 3.17), a desarmonia se apossou do homem, de suas relações pessoais, sociais, naturais e espirituais. A humanidade de fato cresceu e se multiplicou. A história do Universo avançou apesar da queda, mas tomou rumos diferentes daquele para o qual foi criado. Ao invés de caminhar sob a soberania de Deus, seguiu em direção contrária como Jonas em direção a Társis.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">1) O homem perdeu sua glória inicial e tornou-se escravo do pecado</p>
<p style="text-align: justify;">2) Satanás tornou-se o príncipe deste mundo</p>
<p style="text-align: justify;">3) Os governos humanos se estabeleceram em aberta oposição a Deus</p>
<p style="text-align: justify;">4) A morte, expressada pela dor, pela doença e pelo mal se tornou característica deste mundo decadente.</p>
<p style="text-align: justify;">5) A perfeita comunhão com Deus foi perdida</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Enquanto essa situação subsistir, significa que o futuro de Deus ainda não chegou. Ainda que redenção tenha sido efetuada no passado, onde a cruz e a ressurreição se manifestaram como atos redentores da humanidade, será no futuro que todo desajuste será ajustado. Escatologia nada mais é do que o fim da atual condição deturpada de existência. Será Deus colocando em ordem tudo o que foi desordenado pelo pecado.</p>
<p style="text-align: justify;">Há um gemido em nós, há um gemido em toda criação, aguardando a restauração de todas as coisas (Romanos 8.19-25). Os acontecimentos gloriosos preditos na Bíblia com respeito ao futuro, nada mais são do que a resposta a esses anseios. A destruição do anticristo, a derrota de Satanás, o reinado do Messias, a redenção de nosso corpo, podem ser descritos como o futuro corrigindo um presente devastado. Enquanto o último til da lei não se</p>
<p style="text-align: justify;">realizar, este cosmos não terá ainda entrado no seu trilho. Isso só acontecerá quando Deus for tudo em todos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Então virá o fim, quando ele [Jesus] entregar o Reino a Deus, o Pai, depois de ter destruído todo domínio, autoridade e poder. Pois é necessário que ele reine até que todos os seus inimigos sejam postos debaixo de seus pés. O último inimigo a ser destruído é a morte. Porque ele “tudo sujeitou debaixo de seus pés”. Quando, porém, tudo lhe estiver sujeito, então o próprio Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, a fim de que Deus seja tudo em todos. (1 Coríntios 15.24-28)</p>
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		<title>Porque Creio no Reino Milenar</title>
		<link>https://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/?p=366</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2014 17:49:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>raquelgurgel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doutrinas Escatológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: right;">Por Eguinaldo Hélio de Souza</p> <p style="text-align: justify;"> </p> <p style="text-align: justify;">Nem todos acreditam em um reino messiânico terrestre que durará mil anos. Mesmo grupos cristãos sérios e bíblicos olham com incredulidade esse ponto da escatologia. Quando lêem Apocalipse 20.1-6 procuram fugir de qualquer entendimento literal, tentando identificar esse período com o atual <p><a href="https://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/?p=366">[Continuar lendo...]</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Eguinaldo Hélio de Souza</em></p>
<p style="text-align: justify;"> <a href="http://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/wp-content/uploads/2014/06/reinodedeus.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-367" title="reinodedeus" src="http://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/wp-content/uploads/2014/06/reinodedeus.jpg" alt="" width="550" height="367" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Nem todos acreditam em um reino messiânico terrestre que durará mil anos. Mesmo grupos cristãos sérios e bíblicos olham com incredulidade esse ponto da escatologia. Quando lêem Apocalipse 20.1-6 procuram fugir de qualquer entendimento literal, tentando identificar esse período com o atual tempo da Igreja [amilenistas] ou algum tempo com condições especiais dentro da Era Cristã [pós-milenistas]. Isso difere dos pré-milenistas que entendem ser um período distinto, de duração exata de mil anos, no qual a Igreja, juntamente com Cristo, reinará na terra.</p>
<p style="text-align: justify;">Como em qualquer questão de linha teológica não basta dizer o que eu creio. Tenho de dizer porque eu creio. Tenho que responder com mansidão e temor a qualquer que perguntar pela razão da esperança que há em mim (1 Pedro 3.15). Tenho que estar convencido pela Palavra de Deus do contrário não poderei convencer a ninguém. Tenho que estar seguro no meu próprio entendimento (Romanos 14.5), ainda que outros irmãos discordem.</p>
<p style="text-align: justify;">E por fim, tenho que questionar: Porque eu acredito no Reino de mil anos a ser implantado por Cristo neste mundo? Em que partes das Escrituras eu me apoio? Que problemas vejo em tentar interpretar passagens bíblicas de outra maneira?</p>
<p style="text-align: justify;">Responder a essas questões de modo bíblico, racional e coerente pode ajudar outros a se posicionar adequadamente, adquirindo confiança em sua fé. Serão minhas razões porque eu creio no milênio.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">1. O Antigo Testamento fala amplamente do reino terreno do Messias</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Não são poucas as passagens que falam do reino messiânico no Antigo Testamento. Pelo contrário, o reino messiânico era a esperança de Israel. O fato do reino não ter se concretizado na primeira vinda do Messias, não espiritualizou o evento, apenas o tornou conhecido entre os gentios, para que fosse consumado em sua segunda vinda. Entre as muitas passagens, citemos apenas duas entre várias.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Salmo 72 &#8211; Temos aqui um governo do Messias que abrange o mundo todo, de mar a mar (v. 8). Esse governo abrange todas as nações (v. 11). E este governo será duradouro, abrangendo várias gerações (v. 17). É óbvio que nunca tivemos tal situação, nem geográfica, nem historicamente falando. Por maior que seja a influência do cristianismo. O domínio de Cristo neste mundo é sustentado apenas por um grupo limitado de seguidores, enquanto a maioria dos habitantes da terra permanece alheia ou hostil a Cristo. Como disse o autor da epístola aos Hebreus, mas agora, ainda não vemos que todas as coisas lhe estejam sujeitas (Hb 2.8)</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Zacarias 14 – O reino messiânico é claramente identificado com a segunda vinda (v. 5). Seu domínio universal é proclamado (v. 9). Os versos 16 a 19 mostram uma condição do reinado messiânico que nunca existiu na história. É um reinado real e não espiritual</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Temos que admitir que as tentativas de fazer cumprir tais profecias na Igreja, produziram o papado medieval, onde as nações tinham de prestar honras ao “vicarius Dei”. A espiritualização e alegorização com a finalidade de ajustar essas profecias à presente era, nada mais fez do que roubar a glória que só pertence ao Messias.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">2. Os apóstolos e primeiros cristãos, sendo de origem judaica, só poderiam esperar um reino dessa natureza</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Não podemos negar que houve ruptura entre aspectos do Antigo Testamento e aspectos do Novo Testamento. Todavia, a existência de rupturas, não significa a ausência de continuidades. Se esse fosse o caso, tudo teria de ser rejeitado. As Escrituras referidas por Jesus e os apóstolos era o que hoje chamamos de “Antigo Testamento” e eles a trataram com o devido respeito.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">3. O Novo Testamento sanciona um reino de Cristo sobre a terra, juntamente com sua Igreja</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Que a Igreja vai reinar, isso é evidente no Novo Testamento (1 Co 4.8; 2 Tm 2.12), descrito como um evento futuro. E o Apocalipse deixa claro que não se trata da mera autoridade espiritual que o cristão tem em Cristo ou algum governo exercido pelos salvos durante o período intermediário da morte. Eles “reinarão sobre a terra” (Apoc 5.10), o que indica um evento futuro e terreno. O que se harmoniza com Daniel 7.21-27, onde o anticristo é derrotado e o Messias com seus santos reinará.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do mais, a ideia de um reino de Cristo por mil anos, juntamente com os salvos, entre a primeira ressurreição (dos salvos) e a ressurreição dos perdidos, é a única forma razoável de entender Apocalipse 20.1-7.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">4. Até o meio do século III, e crença no reino messiânico era predominante na Igreja</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Embora depois de Niceia o conceito de um reino terreno com a duração de mil anos tenha entrado em um ocaso, isso só aconteceu devido ao exagero de milenaristas ou quiliastas (quilo = mil) e devido a certo rancor direcionado aos judeus. Como escreveu Philip Schaff, historiador do cristianismo:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O ponto mais marcante da escatologia da era pré-nicena é a proeminência do quiliasmo, ou milenarismo, que é a crença num reinado visível de Cristo em glória na terra com os santos ressurretos por mil anos, antes da ressurreição geral e do juízo. Essa certamente não foi a doutrina da igreja incorporada a algum credo ou forma de devoção, sendo antes uma posição amplamente aceita por mestres ilustres1</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O reino milenar, literal e terrestre de Cristo é uma clara doutrina das Escrituras. Alguns pensam que ele é apenas uma citação obscura do livro do final do livro do Apocalipse. A passagem apenas informa a durabilidade desse reina e o situa cronologicamente no plano escatológico. A revelação sobre o assunto é clara nos Salmos, nos profetas e em todo o Novo Testamento. É claro que a nossa mente não consegue conceber com exatidão como será esse reino. Ainda assim é uma clara revelação das Escrituras e portanto, objeto da nossa fé.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">___________________________________________________________________________</p>
<p style="text-align: justify;">1 PENTECOST, Dwight. Manual de Escatologia. São Paulo: Vida, 2006</p>
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		<title>Dez Razões Porque Creio Que Jesus Irá Arrebatar a Igreja Antes da Grande Tribulação</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Oct 2012 17:22:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>raquelgurgel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doutrinas Escatológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: right;" align="center">Por Eguinaldo Hélio de Souza</p> <p style="text-align: justify;"></p> <p style="text-align: justify;"> 1 - Porque a Bíblia diz que Jesus nos livra da ira futura e este tempo é retratado como o tempo da ira 1 Tessalonicenses 1.10</p> <p style="text-align: justify;">Para servir ao Deus vivo e verdadeiro e esperar dos céus a seu <p><a href="https://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/?p=304">[Continuar lendo...]</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;" align="center"><em>Por Eguinaldo Hélio de Souza</em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/wp-content/uploads/2012/10/arrebatamento-cristo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-306" title="arrebatamento-cristo" src="http://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/wp-content/uploads/2012/10/arrebatamento-cristo.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"> 1<em> - </em>Porque a Bíblia diz que Jesus nos livra da ira futura e este tempo é retratado como o tempo da ira 1 Tessalonicenses 1.10</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Para servir ao Deus vivo e verdadeiro e esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dos mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em></em>2 &#8211; Porque aqueles que guardam a palavra serão guardados da tribulação Apocalipse 3.10</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em></em>3 &#8211; Porque Ló foi retirado antes da ira divina sobre Sodoma e Gomorra Gênesis 19.17-22</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E aconteceu que, tirando-os fora, disse: Escapa-te por tua vida; não olhes para trás de ti e não pares em toda esta campina; escapa lá para o monte, para que não pereças. E Ló disse-lhe: Assim, não, Senhor! Eis que, agora, o teu servo tem achado graça aos teus olhos, e engrandeceste a tua misericórdia que a mim me fizeste, para guardar a minha alma em vida; mas não posso escapar no monte, pois que tenho medo que me apanhe este mal, e eu morra. Eis, agora, aquela cidade está perto, para fugir para lá, e é pequena; ora, para ali me escaparei (não é pequena?), para que minha alma viva. E disse-lhe: Eis aqui, tenho-te aceitado também neste negócio, para não derribar esta cidade de que falaste. <strong>Apressa-te, escapa-te para ali; porque nada poderei fazer, enquanto não tiveres ali chegado.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong></strong></em>4 &#8211; Porque Noé foi retirado antes do dilúvio (Mateus 24.39)</p>
<p style="text-align: justify;">&#8230;<em>até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, então que veio o dilúvio, e os levou a todos&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em></em>5 &#8211; Porque a própria Escritura ensina que o justo é levado antes que venha o mal Isaías 57.1</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Perece o justo, e não há quem considere isso em seu coração, e os homens compassivos são retirados, sem que alguém considere que o justo é levado antes do mal.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em></em>6 &#8211; Porque a palavra “igreja” não aparece no livro do Apocalipse durante a descrição dos juízos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Em seu lugar surgem termos como “santos” ou “restante da semente da mulher”, indicando que haverá salvos durante esse período, mas a Igreja, a noiva de Cristo, estará na glória com Ele</em></p>
<p style="text-align: justify;">7 &#8211; Por que segundo Lucas 21.36 precisamos orar e vigiar para escapar das coisas que estão para vir</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas essas coisas que hão de acontecer e de estar em pé diante do Filho do Homem.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em></em>8 &#8211; Porque somente essa interpretação trás compreensão clara para 2 Tessalonicenses 2</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E, agora, vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado. Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que, agora, resiste até que do meio seja tirado; e, então, será revelado o iníquo</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em></em>9  - Porque Isaias 26.19-21 nos dá entendimento muito claro disso, demonstrando o arrebatamento e a ressurreição, a igreja no céu e a ira de Deus se manifestando sobre a terra</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Os teus mortos viverão, os teus mortos ressuscitarão; despertai e exultai, vós que habitais no pó, porque o teu orvalho, ó Deus, será como o orvalho das ervas, e a terra lançará de si os mortos. Vai, pois, povo meu, entra nos teus quartos e fecha as tuas portas sobre ti; esconde-te só por um momento, até que passe a ira. Porque eis que o SENHOR sairá do seu lugar para castigar os moradores da terra, por causa da sua iniquidade.</em></p>
<p style="text-align: justify;">10 &#8211; Porque do contrário termos de admitir que o anticristo derrotará a igreja Apocalipse 13.7 e isso seria impossível conforme Mateus 16.18.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda tribo, e língua, e  nação.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ESSES ARGUMENTOS NÃO SÃO OS ÚNICOS, MAS JUNTOS SÃO SUFICIENTEMENTE FORTES PARA NOS DAR CONFIANÇA DE QUE SERÁ DESSA FORMA.</strong></p>
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		<title>Breve Comentário Sobre o Apocalipse</title>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2012 23:52:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>raquelgurgel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doutrinas Escatológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: right;">Por Eguinaldo Hélio de Souza</p> <p> </p> <p style="text-align: justify;">O livro do Apocalipse é um clássico e como todo clássico é mais comentado do que lido. Tem servido de inspiração para diversos livros e filmes e o adjetivo apocalíptico freqüentemente empregado demonstra sua influência. Todavia, a maioria vê nele um conteúdo hermético, cabalístico, <p><a href="https://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/?p=69">[Continuar lendo...]</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Eguinaldo Hélio de Souza</em></p>
<p> <a href="http://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/wp-content/uploads/2012/05/um-breve-comentario-sobre-apocalipse.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-125" title="um breve comentario sobre apocalipse" src="http://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/wp-content/uploads/2012/05/um-breve-comentario-sobre-apocalipse-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O livro do Apocalipse é um clássico e como todo clássico é mais comentado do que lido. Tem servido de inspiração para diversos livros e filmes e o adjetivo apocalíptico freqüentemente empregado demonstra sua influência. Todavia, a maioria vê nele um conteúdo hermético, cabalístico, oculto, indecifrável.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem pretender decifrá-lo definitivamente, alguns conhecimentos prévios ajudam a compreender seu conteúdo. Pelo menos dois pontos precisam ficar claros à qualquer pessoa que pretender entendê-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente ele foi escrito por um cristão, o apóstolo João e para cristãos, isto é, as igrejas existentes na Ásia Menor, hoje Turquia. Um não cristão terá muita dificuldade de entendê-lo, principalmente sem uma real experiência com Cristo. Se o remetente e os destinatários tinham este ponto em comum, os estudiosos do livro hoje necessitam também desta condição. Como compreender as expressões “deixaste o teu primeiro amor”; “o Cordeiro que foi morto e reviveu”; “com seu sangue comprou homens de todas as tribos, línguas e nações” ou “bem-aventurados os que lavam as suas vestes no sangue do Cordeiro” sem estar inserido na vivência cristã?</p>
<p style="text-align: justify;">As tentativas não cristãs de compreender o livro tem resultado em desânimo quando não em confusão. Tentativas de aplicar simbolismos não cristãos ao Apocalipse vão resultar em nada. Não se pode tirar o livro de seu contexto histórico.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo ponto a ser levado em conta é que o Apocalipse faz parte de um conjunto maior, que são as Escrituras Sagradas, compostas pelo Antigo Testamento e Novo Testamento. Querer vê-lo como um livro isolado de todo o resto será improdutivo. Para termos idéias, em seus pouco mais de 400 versículos existem 276 referências a diversos livros do Antigo Testamento. Na verdade ele repete profecias e visões que já mencionadas pelos profetas hebreus muitos séculos antes. Além de toda cosmologia e fraseologia em comum com os demais livros do Novo Testamento.</p>
<p style="text-align: justify;">A morte vicária de Cristo, a redenção pelo seu sangue, o retorno de Cristo, a ira divina, a realidade da ação demoníaca, a ressurreição física, o galardão dos salvos, a soberania de Deus e muitos outros temas faziam parte dos textos canônicos. Por isso, não basta conhecer o Apocalipse. É preciso conhecer a Bíblia toda.</p>
<p style="text-align: justify;">Fixados estes dois pontos arriscamos um resumo que norteará as pesquisas posteriores. Precisamos seguir o curso do livro passo a passo, e identificar o seu conteúdo.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro capítulo é uma apresentação do autor, de suas condições quando recebeu a ordem para escrever, acompanhada de uma visão de Jesus Cristo, agora em seu estado de glória.</p>
<p style="text-align: justify;">No segundo e no terceiro capítulo temos sete cartas, cada uma delas destinada à uma igreja específica localizada em uma cidade asiática. As cidades eram Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia. Para cada igreja havia uma mensagem, onde situações erradas eram repreendidas, situações louváveis eram elogiadas e promessas eram feitas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os próximos dois capítulos trazem a ascensão de João aos céus, onde ele contempla diversos seres divinos. É notável a partir desse ponto o abundante emprego das palavras “como” e “semelhante” dando a entender sua dificuldade em descrever o que estava vendo, uma vez que nem sempre era possível encontrar algo igual no mundo físico.</p>
<p style="text-align: justify;">Do sexto capítulo até o décimo nono temos três séries de sete elementos que dão início a uma série de juízos divinos sobre a terra. São sete selos, sete trombetas e sete taças, cada uma mostrando uma manifestação de ira divina sobre o mundo. Também nesse intervalo surgem personagens como a besta, que apesar da conotação carregada, trata-se de um animal que simboliza um reino, tal como se vê no livro de Daniel. Aliás, a semelhança entre ambos os livros é notável. Também aparece um personagem descrito como Babilônia, que é identificado com uma cidade. Esta seção termina com a manifestação de Cristo, derrotando o anticristo e os demais envolvidos com ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Na fase final que vai até o capítulo vinte e dois, Satanás e amarrado e o reino de Cristo é introduzido pela ressurreição dos remidos. Segue-se uma nova investida de Satanás que é solto por um pouco de tempo para ser definitivamente destruído. O próximo passo é o juízo final onde todas as pessoas são julgadas e recebem as devidas conseqüências por seus atos. A vida eterna ou o castigo eterno.</p>
<p style="text-align: justify;">Por esta ocasião, até mesmo a morte e o mundo dos mortos são lançados no chamado Lago de Fogo, como uma demonstração de que a morte e toda sorte de males a ela ligados não mais existem.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, um novo universo é criado após a completa destruição do universo então existente. Uma nova ordem de coisas é estabelecido e o mal não mais faz parte do cosmo. O livro se encerra com uma advertência aos seus leitores da brevidade das coisas nele descritos e uma ordem para que o seu conteúdo não seja modificado. A vinda de Cristo está breve para determinar todas essas coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">Se outros livros das Escrituras requerem todo um trabalho de pesquisa para uma compreensão clara e exata, o Apocalipse com certeza vai requerer um esforço ainda maior, devido ao seu tom fortemente profético e simbólico. Somente aqueles que têm procurado estudá-lo de forma minuciosa relacionando-o com os demais livros da Bíblia poderão obter algum entendimento seguro. Todos os que se limitam e proclamar suas dificuldades continuarão sem qualquer compreensão coerente e perderão aquilo que esta importante narrativa tem para oferecer.</p>
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		<title>Anticristo e Anticristos</title>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2012 23:46:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>raquelgurgel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doutrinas Escatológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: right;">Por Eguinaldo Hélio de Souza</p> <p> </p> <p style="text-align: justify;">Alguns estudiosos têm tentado negar qualquer historicidade ao termo anticristo, considerando-o apenas uma força espiritual maligna que conduz ao erro doutrinário, geralmente apoiando-se equivocadamente em 1 João 4.3 e 2 João 7. Esta atitude hermenêutica é deficiente, pois ao invés de ser abrangente a <p><a href="https://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/?p=67">[Continuar lendo...]</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Eguinaldo Hélio de Souza</em></p>
<p><em> <a href="http://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/wp-content/uploads/2012/05/anticristo-e-anticristos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-121" title="anticristo e anticristos" src="http://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/wp-content/uploads/2012/05/anticristo-e-anticristos.jpg" alt="" width="299" height="300" /></a></em></p>
<p style="text-align: justify;">Alguns estudiosos têm tentado negar qualquer historicidade ao termo anticristo, considerando-o apenas uma força espiritual maligna que conduz ao erro doutrinário, geralmente apoiando-se equivocadamente em 1 João 4.3 e 2 João 7. Esta atitude hermenêutica é deficiente, pois ao invés de ser abrangente a ponto de incluir todas as idéias ligadas ao tema, polariza um dos aspectos em detrimento de todos os outros. Em cada passagem é focado somente o que está em acordo com sua crença.</p>
<p style="text-align: justify;">Se aceitarmos a equivalência entre o termo anticristo e a descrição do homem do pecado feita pelo apóstolo Paulo teremos um amplo leque de revelações a cerca do assunto, permitindo traçar um extenso perfil.</p>
<p style="text-align: justify;">A passagem de 2 Tessalonissenses 2.1-12 apresenta elementos inconfundíveis que localiza o anticristo dentro de um conceito histórico. Se a “vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (2.1) é um evento real e físico, aguardado para algum momento da história, porque então a “manifestação” (2.3) e “revelação” (2.8) do homem da iniqüidade têm uma natureza diferente?</p>
<p style="text-align: justify;">O próprio termo “homem” pressupõe um personagem histórico. Ações como “se assentar no templo de Deus querendo parecer Deus” (2.4) indicam não apenas um contexto histórico, mas também um contexto geográfico, uma vez que “templo de Deus” é referência direta ao Templo de Jerusalém.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra questão relacionada à doutrina bíblica do anticristo diz respeito ao que os teólogos chamam de “já, mas não ainda”. Isto significa que algo já aconteceu, ou está em processo, sem, todavia ter chegado à sua plenitude. Com este ponto doutrinário que estamos tratando ocorre o mesmo fenômeno. Tanto João quanto Paulo colocam a manifestação do anticristo/homem do pecado como sendo algo a ser revelado plenamente no futuro, ao mesmo tempo em que já estava presente em sua época.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Filhinhos, é já a última hora; e como ouviste que vem o anticristo, também agora muitos se têm feito anticristo&#8230; (2 João 2.18)</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em></em><em>&#8230;mas este é o espírito do anticristo do qual já ouviste que há de vir, e eis que já está no mundo (2 João 4.3)</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8230;se assentará no trono de Deus&#8230; Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que resiste até que do meio seja tirado; e então será revelado o iníquo&#8230; (2 Tessalonissenses 2.4, 6, 7)</em></p>
<p style="text-align: justify;">Diante dessa realidade, querer atribuir o papel de anticristo a certos hereges, a manifestações demoníacas ou a instituições é no mínimo uma abordagem limitada. Em alguns casos pode até ser válida, mas não pode ter pretensão de preencher plenamente o conteúdo da revelação bíblica.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse aspecto, o próprio apóstolo João identificou muitos personagens de sua época com o anticristo, sem, contudo negar que em algum momento do fim ele se manifestaria. Da mesma forma Paulo reconhece a atuação do “mistério da injustiça” em sua época ao mesmo tempo em que coloca a manifestação plena desse personagem pouco antes da vinda do Senhor.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentro dessa visão não há contradição em reconhecer certas pessoas como apresentando características anticristãs. Todavia, esgotar nelas o sentido da revelação bíblica é ficar aquém do almejado. Usar certas passagens isoladas para classificar a crença em um anticristo histórico como ingênua é de fato ser ingênuo. Mesmo a atribuição do título erroneamente a certas pessoas tem seu aspecto positivo. Se os fariseus e doutores da lei tivessem ao menos tentado usar as Escrituras para verificar a possibilidade de Jesus ser o Messias teriam agido de modo completamente diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">As revelações da Bíblia a cerca do futuro não tem a finalidade de fomentar qualquer tipo de paranóia. Se isto aconteceu foi como resultado da natureza humana. Não se pode usar a paranóia de alguns para justificar desleixo com um estudo sério das profecias (1 Tessalonissenses 5.20).  Se somos bíblicos em nossa análise então devemos ser ouvidos com respeito.</p>
<p style="text-align: justify;">A vinda do anticristo faz parte do corpo de ensino das Escrituras e, portanto deve ser estudado com zelo como as demais doutrinas. “Não vos lembrais de que estas coisas vos dizia quando ainda estava convosco?” (2 Tessalonissenses 2.5). Logo, esse assunto fazia parte das exposições do apóstolo Paulo. Não somos anunciadores da vinda do anticristo. Somos apenas pessoas que crêem total e firmemente na Palavra de Deus.</p>
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		<title>O que a Bíblia fala do anticristo? (Introdução)</title>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2012 23:40:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>raquelgurgel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doutrinas Escatológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: right;">Por Eguinaldo Hélio de Souza</p> <p> </p> <p style="text-align: justify;">Foram os profetas bíblicos quem deram a História a idéia de sentido. Foram também eles quem deram a História o conceito do Messias, ou seja, alguém especial que viria ao mundo para transformá-lo. Esta crença foi levada por eles a lugares distantes, como vemos <p><a href="https://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/?p=64">[Continuar lendo...]</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Eguinaldo Hélio de Souza</em></p>
<p> <a href="http://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/wp-content/uploads/2012/05/o-que-a-biblia-fala-sobre-o-anticristo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-118" title="o que a biblia fala sobre o anticristo" src="http://www.missaoatenas.com.br/ultimascoisas/wp-content/uploads/2012/05/o-que-a-biblia-fala-sobre-o-anticristo-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Foram os profetas bíblicos quem deram a História a idéia de sentido. Foram também eles quem deram a História o conceito do Messias, ou seja, alguém especial que viria ao mundo para transformá-lo. Esta crença foi levada por eles a lugares distantes, como vemos no caso dos magos que vieram adorar a Jesus por ocasião do seu nascimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembremos, porém que a palavra Messias significar “UNGIDO”, termo aplicado a reis, profetas e sacerdotes. Em outras palavras houve muitos “ungidos” na história de Israel. Todavia, o que eles aguardavam era um ungido em especial. Osoutros eram ungidos, mas este era <strong><em>O Ungido</em></strong> por excelência.</p>
<p style="text-align: justify;">De modo semelhante foram as Sagradas Escrituras quem introduziram na História o conceito do anti-ungido ou anticristo. A figura de alguém que seria o inverso do ungido, que viria para enganar e afligir a raça humana se encontra em diversas passagens das Escrituras, ainda que nem sempre o termo utilizado seja este.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, o termo “anticristo” só aparece em quatro passagens (1 João 2.13,18; 4.3; 2 João 7). O conceito, porém é bem mais antigo e mais amplo. Está presente tanto nos livros do Antigo, quanto no Novo Testamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns expositores da Bíblia gostam de negar o anticristo como personagem histórico, e apontá-lo apenas como tendência herética de alguns grupos que negaram a encarnação de Jesus, conforme está escrito nas epístolas do apóstolo João. Todavia, embora João trate somente deste aspecto do anticristo, ele não desenvolveu a doutrina inteira.</p>
<p style="text-align: justify;">Temos também &#8220;o íniquo&#8221;, “homem do pecado”, “filho da perdição”, a quem Paulo se refere no capítulo 2 de sua segunda epístola aos tesssalonicenses. Ao que parece, esta figura sinistra fazia parte de sua pregação “Não vos lembrais de que estas coisas vos dizia quando ainda estava convosco?” (2Tessalonissenses 2.5). O surgimento desse personagem é algo tão patente na teologia bíblica que o apóstolo utiliza uma passagem do livro do profeta Isaías para descrever a derrota desse homem do pecado na vinda do Messias (Isaías 11.4 com 2 Tessalonissenses 2.8).</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma forma, o anticristo pode ser identificado com o personagem denominado &#8220;a besta que saiu do mar&#8221;, descrito principalmente em Apocalipse 13. Sua oposição a Deus e ao seu Cristo e sua posterior derrota descrita no capítulo 19 o identificam como sendo o mesmo citado na epístola de Paulo a igreja de Tessalônica.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo assim, estamos lidando não com apenas um texto bíblico, mas com uma doutrina bíblica, desenvolvida em inúmeras passagens. Ainda que somente João use o termo &#8220;anticristo&#8221;, é impossível não relaciona-lo com as passagens citadas acima e mesmo com outras que se encontram em outros trechos do Antigo Testamento, como no livro de Daniel.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Daniel principalmente, nos capítulos 7, 8 e 11 surge a figura de um governante de “feroz aspecto”, inimigo do povo de Deus. Estas passagens contribuíram enormemente para definir o perfil político do anticristo. Nas epístolas joaninas seu aspecto é mais religioso do que político e está focalizado em cima da doutrina cristã. Mesmo assim foi o termo que mais se adaptou ao conceito histórico deste personagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Como já vimos, o apóstolo Paulo faz referência a ele chamando-o de “homem do pecado, filha da perdição” (2 Tes 2.3) e “o iníquo” (v.8), dizendo que será desfeito pelo sopro da boca do Senhor, citando Isaías 11.8, mostrando que a idéia desta figura tem suas raízes no Antigo Testamento. Ainda muitas passagens do livro de Jó referentes ao “ímpio”, podem ser uma alusão indireta (veja Jó 15.20-30). Mas é no capítulo 13 de Apocalipse que se delineia com mais exatidão este perfil. Ali o vemos como um governante soberbo, destruidor do povo de Deus, possuído de autoridade maligna e que consegue seduzir o mundo inteiro. Muitos dos elementos contidos nesta passagem das Escrituras fornecem apoio às previsões e analises das profecias bíblicas e nos ajudam a identificar o desenrolar da História.</p>
<p style="text-align: justify;">Como um primeiro contato com esta doutrina é possível perceber que longe de ser algum tipo de histeria irracional é um ensino tão presente nas Escrituras quanto qualquer outro. Se durante a História houve abusos no uso desse conceito, esses abusos não podem invalidar o ensino bíblico. Virá ao mundo um ser maligno que será derrotado pelo retorno de Cristo. Será um homem perverso, com poderes demoníacos e capacidade para controlar as nações por diversas formas. Ainda que uma infinidade de figuras históricas tenham sido consideradas erroneamente como sendo o anticristo, nem por isso significa que ele não surgirá em determinado momento. Apenas significa que as pessoas acreditam no que a Palavra de Deus diz e estão atentas aos acontecimentos mundiais.</p>
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